01/08/2021

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Falta de competições em 2020/21 deixa as Olimpíadas de Tóquio ainda mais imprevisíveis. Entenda o fato.

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Carlos Fiúza de Salvador para o Zigzagdoesporte.com.br direto da redação.

Comitê Olímpico do Brasil

Os Jogos Olímpicos são maravilhoso por diversos motivos, e um dos principais é o fato de serem imprevisíveis. Mas, nós jornalistas, sempre damos um jeito de tentar projetar os resultados, tentar, de uma certa forma, prever qual será o rendimento de cada país. Para os Jogos de Tóquio, (ainda) marcados para o dia 23 de julho, será ainda mais difícil “adivinhar” quem será o campeão.

Estádio Nacional de Tóquio recebeu a cerimônia de um ano para as Olimpíadas — Foto: Tokyo 2020

Estádio Nacional de Tóquio recebeu a cerimônia de um ano para as Olimpíadas — Foto: Tokyo 2020

As competições anteriores às Olimpíadas, geralmente, são usadas como parâmetro para analisar os favoritos para as Olimpíadas. Mas, das 50 modalidades olímpicas, somente oito tiveram Campeonatos Mundiais em 2020. Pior: mais da metade sequer teve um evento relevante no período de março de 2020 até janeiro de 2021.

Modalidades como esgrima, caratê, pentatlo moderno, boxe, saltos ornamentais, taekwondo, tiro, tiro com arco, skate, wrestling, levantamento de peso e vôlei de praia sequer tiveram torneios importantes desde o início da pandemia. Essas provas estão sem parâmetro no mundo, é muito difícil saber se os favoritos lá de 2019 seriam os mesmos ainda em 2021.

E os esportes coletivos? Como tentar analisar alguma coisa, se os atletas estão jogando há mais de um ano em seus clubes, mas não se reúnem na seleção. Aí, para esses esportes, os torneios preparatórios, que ainda estão marcados para os próximos meses, serão como parâmetro. Casos da Liga das Nações de vôlei e Liga Mundial de polo aquático.

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