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Carlos Fiúza de Salvador para o Zigzagdoesporte.com.br direto da redação.

Cielo vê momento “muito ruim” e mudança só “no papel” da CBDA.

A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) vive tempos turbulentos desde que Coaracy Nunes foi acusado de desviar recursos públicos repassados à entidade. À espera de mudanças, o nadador César Cielo apoiou a candidatura de Miguel Cagnoni, mas não está satisfeito.

“Tivemos uma mudança na CBDA, mas ela foi por tabela, no papel. A gente não está sentindo efetivamente uma mudança na prática. Até onde o que aconteceu no passado está atrapalhando, não sei dizer. Mas estamos esperando algumas mudanças que não vieram até agora e precisamos começar a ver”, alertou.

Miguel Cagnoni passou a comandar a CBDA em junho de 2017, mas foi oficialmente reconhecido pela Federação Internacional de Natação (FINA) apenas no último mês de fevereiro, quando a entidade promoveu uma Assembleia Geral Eletiva. Com Luis Fernando Coelho, ele segue como presidente até 2021.

“Se a natação continuar do jeito que está, vai ser um decréscimo constante. Vamos ter cada vez menos nadadores na piscina e menos clubes investindo. Então, estamos em um período em que as mudanças são necessárias, sim”, declarou o nadador de 31 anos de idade.

Questionado sobre o que poderia mudar na natação, Cielo disse ter “muitas ideias”. Entre elas, sugeriu diminuir a duração dos três principais torneios nacionais para três dias e a necessidade de “espalhar” a modalidade, hoje concentrada em São Paulo e no Rio de Janeiro.

César Cielo entende que a “natação está passando por um período muito ruim” e acha que os ex-atletas terão participação decisiva para fortalecer a modalidade regida pela CBDA. Na reta final da carreira como competidor, ele pretende colaborar com o processo assim que decidir encerrar sua trajetória.

João Gomes é bronze e fatura primeira medalha do Brasil no Pan-Pacífico.

Além dele, Larissa Oliveira, Fernando Scheffer, Luiz Altamir, Brandonn Almeida, Leonardo Santos e Guilherme Costa também nadaram finais neste primeiro dia de competições.

O Brasil estreou no Campeonato Pan-Pacífico de 2018 com o pé direito. Nesta quinta-feira, João Gomes Júnior, atleta mais experiente da seleção brasileira na competição, caiu na piscina de Tóquio, no Japão, e com o tempo de 59s60, conquistou a medalha de bronze nos 100m peito. O ouro ficou com o japonês Yasuhiro Koseki (59s08) e a prata com o australiano Jake Packard (59s20).

Além dele, Larissa Oliveira, Fernando Scheffer, Luiz Altamir, Brandonn Almeida, Leonardo Santos e Guilherme Costa também nadaram finais neste primeiro dia de competições.

Nos 200m livre, três brasileiros estiveram em finais: Fernando Scheffer e Luiz Altamir na final A e Larissa Oliveira na final B. Entre os homens, Scheffer e Altamir ficaram com a quarta (1m46s12) e a oitava (1m47s53) colocação, respectivamente. Entre as mulheres, Larissa Oliveira obteve a sexta colocação com a marca de 1m58s80.

O Brasil também teve dois representantes na final dos 400m medley: Brandonn Almeida (4m14s53), que terminou na sexta posição e Leonardo Santos (4m18s90), que terminou em sétimo. Um dos atletas mais jovens da seleção brasileira, Guilherme “Cachorrão” Costa ficou em quinto lugar nos 1500m livre nadando para 15m03s40.

A competição segue nesta sexta-feira com eliminatórias a partir das 22h (de Brasília) e finais às 5h30.

Leonardo de Deus faz grande prova e conquista prata no Pan-Pacífico.

O início do brasileiro foi muito bom, tanto que manteve a liderança da prova até os 150m. Porém, viu o ritmo do japonês aumentar principalmente na parte final da prova e o seu, consequentemente, cair.

Leonardo de Deus foi o responsável pela única medalha do Brasil nesta sexta-feira no Pan-Pacífico de Natação, realizado no Japão. Na final dos 200m Borboleta masculino, o nadador natural de Campo Grande fez ótima prova, terminou com um tempo de 1:54.89 e conquistou a medalha de prata, atrás apenas do anfitrião Daiya Seto (1:54.34). O terceiro lugar ficou com o americano Zach Harting.

O início do brasileiro foi muito bom, tanto que manteve a liderança da prova até os 150m. Porém, viu o ritmo do japonês aumentar principalmente na parte final da prova e o seu, consequentemente, cair. Mesmo assim, conseguiu garantir o segundo lugar e o segundo lugar mais alto do pódio. Pela final B, Luiz Altamir Melo ficou com o primeiro lugar após um tempo de 1:56.23.

A prova dos 100m livres masculino foi outra com grande participação de brasileiros. Disputando a medalha, Marcelo Chierighini fez também uma boa prova e por muito pouco não saiu da piscina com a medalha de bronze. Nadando na casa dos 48s51, o paulista terminou em quarto, 14 décimos atrás do americano Dressel Calebe. Já Pedro Spajari não teve grande atuação e terminou em sétimo. Pela final B da mesma prova, Gabriel Santos terminou quarto com um tempo na casa dos 49 segundos.

Nos 100 m costas masculino, Gabriel Fantoni foi o único brasileiro na piscina. Na decisão B, conseguiu um bom desempenho e terminou em terceiro com um tempo de 53s92. Já no revezamento 4×200 m livre masculino, última prova do dia, a equipe brasileira formada por Luiz Altamir Melo, Fernando Scheffer, Leonardo de Deus e Guilherme Costa ficou com o quarto lugar depois de marcar um tempo de 7:11.65.

Brasil é campeão no revezamento e Lanza conquista bronze no Pan-Pacífico.

O Brasil teve um dia dourado em terras japonesas. Neste sábado (11), terceiro dia de competições do Pan-Pacífico, que é realizado em Tóquio, a seleção obteve sua primeira medalha de ouro. O lugar mais alto no pódio veio com o revezamento 4x100m livre. O time brasileiro ainda conquistou uma medalha de bronze com Vinicius Lanza.

Mesmo com apenas dois integrantes do revezamento vice-campeão Mundial em Budapeste, o revezamento 4x100m livre do Brasil mostrou que é muito forte. Formado por Gabriel Santos, Marcelo Chierighini, Marco Antonio Ferreira Júnior e Pedro Spajari, a equipe brasileira terminou a prova com o tempo de 3m12s02. A seleção americana terminou à frente do Brasil, mas foi desclassificada por trocar a ordem de seus nadadores durante a prova.

“A união é determinante para que este revezamento esteja sempre brigando por medalhas. Nós somos muito unidos. Mostramos em Budapeste que estamos entre os melhores e não vamos sair. Vamos com tudo visando os Jogos Olímpicos”, disse um atleta mais experiente do revezamento, Marcelo Chierighini.

Antes disso, porém, o Brasil já havia conquistado mais uma medalha na competição. Vinicius Lanza brilhou nos 100m borboleta e, com o tempo de 51s44, obteve o bronze na disputa. O ouro ficou com Caleb Dressel, dos Estados Unidos, e a prata com John Conger, também dos EUA.

Outros brasileiros também estiveram em finais neste sábado: Fernando Scheffer ficou em sexto nos 200m livre (3m50s55) e Leonardo Santos em sétimo nos 200m medley (1m58s83). Nas finais B, Leonardo de Deus nadou os 100m borboleta para 53s19 e Brandonn Almeida nadou os 200m medley com o tempo de 2m01s34.

Ao fim do terceiro dia de competições, o Brasil soma quatro medalhas no torneio (um ouro, uma prata e dois bronzes). A competição segue neste domingo com eliminatórias a partir das 22h (de Brasília) e finais às 5h30.

 

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