Scott Dixon diz ter “zero” arrependimento por não ter escolhido a F1. Entenda o fato.

Carlos Fiúza de Salvador para o Zigzagdoesporte.com.br direto da redação.

Dixon garantiu seu quinto campeonato na Indy, em Sonoma na semana passada, e seus cinco títulos, agora perdem apenas para os sete, de AJ Foyt na categoria.

Scott Dixon é um dos pilotos mais condecorados da Indy de todos os tempos, e diz que não se arrepende por não pilotar na Fórmula 1.

Dixon garantiu seu quinto campeonato na Indy, em Sonoma na semana passada, e seus cinco títulos, agora perdem apenas para os sete, de AJ Foyt na categoria.

O piloto de 38 anos, também está em terceiro na lista de mais vitorioso em todos os tempos, com suas 44 vitórias, apenas atrás de Mario Andretti (52) e Foyt (67).

Em 2000, havia grandes esperanças de que ele se tornaria o primeiro neozelandês a competir na Fórmula 1, desde Mark Thackwell em 1984.

Dixon tinha acabado de subir para a ChampCar, que era vista como uma segunda divisão de monopostos, atrás da F1.

No entanto, sua primeira oportunidade real não veio até 2004, o ano seguinte ao que ele ganhou seu primeiro título na Indy, quando testou com a equipe BMW Williams.

“Fizemos um bom teste com a Williams, e foi divertido”, admitiu Dixon ao Stuff NZ.

“Eu tinha acabado de ganhar meu primeiro campeonato na Indy, e estávamos indo para algo contratualmente, que não se parecia com o que a equipe queria. Eles tinham outros pilotos já alinhados”.

“Então, foi uma daquelas coisas em que, ficamos testando por um ano e, possivelmente, nos perdemos nesse mundo para sempre ou fazemos algo que eu realmente goste e onde acabamos de ganhar o campeonato?”

Como a maioria, Dixon e sua equipe viram que a mudança de Campeão da Indy, para piloto reserva na Fórmula 1, seria como um passo para trás.

“Não há arrependimentos. Eu definitivamente não lamento a nossa posição e o que fizemos”, acrescentou.

Dixon ficou para ganhar mais quatro campeonatos na Indy na última década e meia, levando outros a dizer que ele teria sido mais do que bom o suficiente, para ter sucesso na F1.

Max Chilton, pilotou ao lado de Dixon na Chip Ganassi Racing, durante seu tempo na Indy.

“Eu acho que ele é um dos melhores pilotos do mundo”, disse Chilton à ESPN em janeiro.

Peter DeLorenzo, editor do site americano Autoextremist, acredita que Dixon poderia ter se tornado um campeão mundial de Fórmula 1, se ele tivesse feito a mudança de categoria.

“Ele teria sido campeão na F1? Não tenho dúvidas de que teria sido”, escreveu DeLorenzo.

“Mas estou feliz que ele tenha ficado na Indy, porque assim, pudemos ver um dos melhores pilotos da história das corridas, ano após ano.”

Apesar de ter 38 anos, Dixon tem a chance de seguir Foyt, e conquistar o sétimo título antes de se aposentar do automobilismo.

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