Há exatos 15 anos, a havaiana perdeu cerca de 60% de sangue do corpo, além de ter ficado sem o braço esquerdo. Aos poucos a “Soul Surfer” foi se recuperando. Um mês depois, ela já estava de volta no mar e menos de um ano após o acidente e diversas cirurgias, ela voltou a competir, terminando na quinta colocação. Em 2007, ela realizava o sonho de tornar-se profissional.

Sua história inspirou pessoas, principalmente depois de ter escrito sua autobiografia “Soul Surfer” que mais tarde, virou tema de filme. No ano seguinte ao acidente, ela venceu o prêmio anual ESPYS na categoria “Melhor Volta Por Cima”.

Em entrevista ao espnW, em 2013, Bethany disse que as pessoas gostam muito de se concentrar no que aconteceu com ela quando tinha 13 anos, mas que olhar para o momento atual é uma oportunidade de ver que ela superou. E, de fato, é uma das histórias mais emocionantes de superação.

Atualmente, a surfista não está mais no circuito da WSL e só compete quando é convidada, como foi no primeiro Surf Ranch Pro este ano, na Califórnia. Em janeiro de 2016, a onda que Bethany surfou em Maui, venceu o prêmio ‘Ride Of The Year’ da WSL, como a melhor grande onda do ano. No mesmo ano, ela terminou a etapa de Fiji da WSL em 3º lugar, competindo a semifinal contra a francesa Johanne Defay, 5ª do ranking mundial.