Medina Brilha

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As disputas do Quiksilver Pro começaram neste sábado com ondas de pouco mais de meio metro em Sanpper Rocks. Gabriel Medina brilhou na bateria contra Jadson André e John John Florence do Round 1 e está garantido direto no Round 3.

Getty Images/Kirstin


ASP World Tour 2014

Cobertura Completa

 A primeira etapa do WCT 2014 começou para os homens no domingo australiano.  O mar apresentou momentos bons e outros nem tanto, com as ondas variando entre 2 e 4 pés. A maré muito baixa fez de algumas baterias uma guerra para ver quem encontrava as ondas.

Jeremy Flores despachou Julian Wilson num mar esquisitinho.
Taj Burrow, que já levou esse evento duas vezes, deu um show de rasgadsa e rabetadas e encontrou as melhores ondas contra Miguel Pupo. O brasileiro escolheu as erradas logo de cara e ficou sempre na fila de rotação da prioridade. Jordy Smith fez quase a mesma coisa na bateria seguinte e só pegou uma boa mais para o fim da disputa vencida por Fred Patacchia que bombardeou os lipes com porradas de back.

Joel Parkinson virou tatu bola ao entubar e mandou suas rasgadas para vencer Bede Durbdge e Tiago Pires, mas as notas estavam estranhamente baixas.

Kelly Slater entubou, mandou rasgadas absurdas com variações de ângulos, de ataque e o quanto derrapava a rabeta. Tudo bem lincado, mas as notas estavam realmente contidas. Quase tomou uma virada de Banting. Às vezes acho que os juízes se acostumaram ao surf de Kelly, que venceu os Matt’s, Banting e Wilkinson. Na bateria seguinte Dane Reynolds conseguiu uma sequência de pauladas no lipe com rabetada numa ondinha mais cavada, rasgadas nervosas em outra e sem inventar venceu Mick Fanning, que impressionou com seu surf de sempre, mas não convenceu os juízes.

[+] Enlarge PhotoGetty Images/CestariO local do ico Joel Parkinson garantiu sua vaga no Round 3 vencendo o português Tiago Pires e o também local Bede Durbidge.

De backside Adrian Buchan, numa bateria fraca, venceu Kai Otton e Raoni Monteiro, que surfou bem, mas não encontrou seu ritmo. Só um goofy, Mick Lowe, venceu em Snapper até hoje, em 2004. Na sequência outro goofy, Nat Young também fez a mala de Sebastian Zietz e Aritz Aramburu.

Na 9ª bateria Josh Kerr fez 8.27 + 9.27, aliás, Filipe tinha a prioridade e deixou uma das boas pro Josh que deu show com alley oop rodando sem as mãos e seu patenteado clubsandwish  fora tubo e muitas rasgadas impressionantes e porradas certeiras. Filipe Toledo, de prancha nova, destruiu uma onda só nas rasgadas. Ao ver o aéreo do Kerr focou em voar e se esqueceu do básico.

John John Florence começou jogando a rabeta tão longe que quase deu um hang tem e, sabe-se lá como, voltou, rodando, mas não rendeu nota. Medina respondeu espancando uma onda rápida até o osso e fez 7.77. Mandou um pop shove it 180 para fechar outra onda depois de variar manobras na longa direita. Jadson Andre e JJFlo não encontravam nem o surf nem as ondas que buscavam.

Adriano já fez duas finais em Snapper e atacou as ondas com uma verticalidade incomum para que surfa de frente para aquelas direitas. Curvas limpas e variação de manobras lhe garantiam a passagem direta para o terceiro round, mas o paciente CJ, precisando de 6.44 marcou 6.63 no minuto final. Foi o resultado mais apertado do round. AlejoMuniz e Adriano foram para o segundo round.

Na última bateria Owen Wright, que recebeu o wild card da ASP pela contunsão que o tirou do circuito em 2013, mostrou que será osso duro de roer. Mas Michael Bourez conseguiu uma onda no minuto final, mandou suas rasgadas atômicas e virou. Kolohe Andino teve o desempenho mais fraco dessa primeira fase.

 

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