27/09/2021

zigzagdoesporte.com.br

A sua revista eletrônica do esporte

Noticiário de Tokyo 2020/21. Atualize-se no melhor do esporte aqui e agora.

13 min read

Carlos Fiúza de SAlvador para o Zigzagdoesporte.com.br direto da redação.

Brasil vence Japão por 3 sets a 0 e segue invicto  no vôlei feminino.

No primeiro set, as brasileiras não deram chances para as japonesas, marcaram muitos pontos de bloqueio e ganharam com muita facilidade em apenas 16 minutos.

A ponteira Natália, que se recupera de uma cirurgia no dedo mínimo da mão esquerda, estreou nas Olimpíadas de Tóquio. Ela entrou no segundo set e marcou quatro pontos.

No terceiro set, a levantadora Macris saiu carregada após torcer o tornozelo direito ao subir para bloquear. Após ficar atrás em quase todo o tempo, o Brasil venceu de virada.

O Brasil continua em segundo lugar no grupo, atrás da Sérvia, que venceu as três primeiras partidas por 3 sets a 0.

O Brasil voltará à quadra no sábado (01/08) para enfrentar a Sérvia, em confronto agendado para 04h25 (de Brasília). Ainda fazem parte da chave outras três seleções: Coreia do Sul, Quênia e República Dominicana.

O grupo B do vôlei feminino em Tóquio é formado por Argentina, China, Estados Unidos, Itália, Rússia e Turquia. Os quatro melhores colocados de cada chave avançam para as quartas de final, que acontecem nos dias 03 e 04 de agosto.

 

Alison e Álvaro não dão chance para holandeses, vencem por 2 sets a 0.

A dupla brasileira do vôlei de praia masculino Alison e Álvaro está nas oitavas de final nas Olimpíadas de Tóquio. Nesta quinta-feira (29), no Shiokaze Park Stadium, os brasileiros venceram os holandeses Brouwer e Meeuwsen por 2 sets a 0 e avançaram em primeiro no grupo D. As parciais foram de 21/14 e 24/22.

No primeiro set, o grande destaque foi Alison, que anotou cinco pontos de bloqueio e ajudou o Brasil a fechar a contagem por sete pontos de vantagem.

No último ponto, Álvaro ainda fechou o primeiro set com uma bola certeira que caiu no chão a 76km/h.

No fim das contas, a dupla brasileira fechou a contagem no segundo set por dois pontos de vantagem, e Alison teve 10 pontos de bloqueio.

Até aqui, Alison e Álvaro venceram 5 e perderam apenas dois sets nos Jogos Olímpicos. A única derrota foi para a dupla americana Lucena e Dalhausser, por 2 sets a 1.

Já o holandeses, não haviam perdido um set sequer até etão, mas perderam os dois primeiros na conta da dupla brasileira.

Próximos jogos

O Brasil fechou a fase preliminar na liderança do Grupo D com duas vitórias e uma derrota e superou a dupla holandes, que ficoi em segundo, enquanto os norte-americanos em terceiro. Também fizeram parte da chave Argentina e Estados Unidos.

As disputas do mata-mata começam a partir do próximo sábado (1), às 21h, com partidas pelo vôlei de praia masculino e feminino.

 

Ágatha e Duda vencem canadenses no vôlei de praia e avançam às oitavas.

Com o resultado, a dupla brasileira ficou na segunda posição, com duas vitórias e uma derrota, atrás das chinesas Wang e Xia. As canadenses dependem de outros resultados para buscarem uma vaga na repescagem para próxima fase, que será em sistema de mata-mata. Os confrontos serão definidos na sexta-feira.

As brasileiras não começaram bem a partida e tiveram muita dificuldades para pontuar. Após ver as canadenses liderar a maior parte do set, a dupla do Brasil conseguiu a virada e venceu por 21 a 18, após 22 minutos.

O segundo set foi equilibrado até a parte final, quando as brasileiras conseguiram abrir vantagem e fechar o jogo com vitória.

 

Mayra superou ligamentos rompidos em novembro e 7ª cirurgia para ser a maior medalhista da história do judô.

Na madrugada de quarta para quinta-feira, Mayra escreveu seu nome no livro dos recordes, se tornou a primeira representante do judô brasileiro a vencer três medalhas em Jogos e é, ao lado de Fofão, a brasileira com mais pódios na história olímpica.E tudo isso meses depois de encarar uma grave lesão no joelho.

Em novembro de 2020, Mayra rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo durante a Missão Europa, um período de treinos montado pelo COB em Portugal, e precisou passar por cirurgia -a 7ª de sua carreira. E foram 16 longos meses longes dos tatames.

A brasileira não lutava desde antes da pandemia, em fevereiro. E, com a lesão, o período distante dos combates só terminou em junho de 2021, um mês antes das Olimpíadas, quando ela acabou derrotada na 2ª rodada do Mundial de judô.

Mas nada disso importou em Tóquio para a agora três vezes medalhista olímpica.

“Estou bem emocionada mesmo, acho que é a conquista mais importante pra mim, foi bem difícil esses últimos anos, esses últimos tempos. E ter que superar, esperar de novo, de novo, não aguentava mais fazer cirurgia, estava muito cansada, é muito desgastante passar por tudo isso, tive medo, angústia e continuei por pior que estivesse. A gente fazer nosso melhor vale a pena. Está sendo muito importante isso pra mim”, disse Mayra, logo após conquistar o bronze.

E ela se superou mais uma vez ao dominar a sul-coreana Yoon Hyun-ji e precisar de apenas 1 minuto e 18 segundos para levar mais um bronze.

No top 15 de medalhistas brasileiros em Olimpíadas, só Fofão, ícone do vôlei, representava a gigantesca história do esporte feminino do Brasil. Até agora.

Em Londres-2012, no Rio-2016, em Tóquio-2020. Três Jogos Olímpicos, três medalhas de bronze e várias marcas que serão lembradas para sempre.

E além de ser uma das maiores entre as mulheres, ela se isolou como a maior medalhista do judô brasileiro:

Mayra Aguiar – três bronzes
Aurélio Miguel – um ouro e um bronze
Tiago Camilo – uma prata e um bronze
Leandro Guilheiro – dois bronzes
Rafael Silva – dois bronzes.

Luisa Stefani e Laura Pigossi caem na semi, mas vão disputar bronze.

Luisa Stefani e Laura Pigossi derrubam americanas e vão às semifinais em  Tóquio | BandSports

Luisa Stefani e Laura Pigossi vão disputar a medalha de bronze nas Olimpíadas de Tóquio. Nesta quinta-feira, a dupla brasileira caiu nas semifinais nas duplas femininas, perdendo para a vaga na decisão pelo ouro para as suíças Belinda Bencic e Viktorija Golubic, por 2 sets a 0.

A derrota, com parciais de 5-7 e 3-6, tirou do Brasil do que seria sua primeira decisão olímpica no tênis. Ainda assim, a dupla pode garantir uma medalha inédita, já que o melhor resultado do país até hoje é o quarto lugar de Fernando Meligeni, em 1996, em Atlanta – algo que Stefani e Pigossi, ao menos, já igualaram no Japão.

Não deixa de ser curioso as duas terem chance de serem medalhistas depois de serem inscritas de última hora para os Jogos. A confirmação da vaga só veio no dia final para que outras duplas desistissem ou não tivessem a inscrição aprovada.

Em Tóquio, Stefani e Pigossi passaram na estreia por Gabriela Daborwski/Sharon Fichman, do Canadá (2 a 0); Karolina Pliskova/Marketa Vondrousova, da República Tcheca (2 a 1); e Bethanie Mattek-Sands/Jessica Pegula (2 a 1), dos Estados Unidos.

Contra a dupla da Suíça, que tem Bencic disputando a semifinal individual também em Tóquio, as brasileiras até saíram com boa vantagem, abrindo 4 a 0 no primeiro set. As rivais, porém, reagiram e viraram para 7-5, quebrando Stefani e Pigossi, inclusive, quando elas sacaram para fechar a parcial com 5-4 a favor.

No segundo set, o equilíbrio persistiu até o sexto game, com as duas duplas confirmando serviços para o 2-2. Após as suíças abrirem 3-2, porém, as brasileiras foram quebradas e permitiram as rivais abrirem a vantagem que seria decisiva. No fim, 6-3 e 2 a 0.

Na disputa pelo bronze, neste fim de semana, a dupla do Brasil terá pela frente as russas Elena Vesnina e Veronika Kudermetova, que caíram na semi diante das tchecas Barbora Krejcikova e Katerina Siniakova, por 2 sets a 1 nesta quinta, com parciais de 3-6, 6-3 e 6-10.

Rebeca Andrade tira aplausos até de Simone Biles, conquista medalha inédita para o Brasil na ginástica.

O Centro de Ginástica de Ariake foi o palco de um momento HISTÓRICO para a ginástica do Brasil nos Jogos Olímpicos. Com SHOW de Rebeca Andrade ao som do funk Baile de Favela, a atleta brasileira conquistou a inédita medalha de prata na decisão individual geral feminina.

O ouro ficou com Sunisa Lee, dos Estados Unidos, que somou mais pontos após as execuções nos quatro aparelhos disputados: salto, barras assimétricas, trave e solo. O bronze é de Angelina Melnikova, da Rússia.

O resultado em Tóquio coloca Rebeca Andrade na história olímpica do Brasil ao conquistar a primeira medalha da ginástica artística feminina.

Primeira colocada na classificação geral nas eliminatórias após a desistência de Simone Biles, Rebeca competiu nas quatro rotações ao lado das americanas Jade Carey e Sunisa Lee, das russas Angelina Melnikova e Vladislava Urazova e da belga Nina Derwael.

Olimpíadas: Rebeca Andrade é profissional desde os 13 anos e colecionou ouros no Mundial antes de fazer história em Tóquio

Rebeca foi prata e conquistou primeira medalha olímpica da ginástica brasileira feminina

A brasileira começou a disputa mostrando a razão pela qual assumiu os holofotes na fase de classificação. Em seu primeiro aparelho, o salto, Rebeca conseguiu uma apresentação segura e terminou o exercício com uma nota 15.300, arrancando aplausos de Simone Biles.

Na segunda execução, realizada nas barras assimétricas, outro show da brasileira que cravou movimentos e saída, com nota 14.666, a quinta melhor do grupo, que teve melhor resultado com o 15.300 da norte-americana Sunisa Lee.

Encerrando a rotação na trave, Rebeca Andrade viu Lee assumir a liderança geral, mas ficou com a segunda posição após a revisão da nota com recurso pedido pela comissão. A russa Vladislava Urazova, melhor pontuadora no aparelho, ficou com terceiro na colocação geral.

A decisão ficou justamente naquele que foi o diferencial de Rebeca Andrade na classificação: a apresentação no solo. E foi ao som de Baile de Favela que a ginasta do Flamengo cravou uma apresentação de gala para ficar com a prata em Tóquio.

A decisão em Tóquio foi disputada sem Simone Biles, atual campeã desta competição. A atleta dos Estados Unidos abriu mão da disputa para focar na saúde mental. Mesmo dona da maior nota geral nas classificatórias, a campeã olímpica revelou que optou por ficar de fora da final ‘para focar no bem-estar’.

Avassaladora nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, quando faturou quatro medalhas de ouro e uma de bronze, a norte-americana acompanhou a final desta quinta-feira nas arquibancadas do ginásio. Biles ainda está classificada para outras três disputas de ouro: salto, solo e trave.

 

Deixe uma resposta

Copyright © All rights reserved. | Newsphere by AF themes.