Aldo ignora ‘pilha` colocada por McGregor e promete buscar o caminho mais fácil para a vitória; confira.
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Do Zigzagdoesporte.com.br por PVT.

Recuperado da lesão na costela, José Aldo já treina sabendo que seu encontro com Conor McGregor acontece no dia 12 de dezembro, em Las Vegas, EUA. Considerado o maior duelo de todos os tempos da categoria dos penas, a luta vem sendo promovida, principalmente pelo irlandês, desde o ano passado. Em um bate-papo com fãs promovido pelo Canal Combate pela internet intermediado pela apresentadora Paula Sack, o campeão afirmou que está tranquilo quanto à “pilha” colocada pelo desafiante e que o objetivo é apenas vencer.
“Geralmente todo mundo pergunta se eu vou ter mais vontade de bater nele ou não. Para mim não importa isso. O importante é continuar ser campeão. Eu não fico entrando em pilha. Eu procuro focar no meu trabalho, focar em ser campeão. Então não importa se eu vou finalizar rápido ou se vou dar um soco e ele vai cair. O importante é sair vitorioso”, garantiu Aldo, que lembrou da última luta contra Chad Mendes, na qual travou uma batalha de cinco emocionantes rounds. “A última luta foi uma guerra, todo mundo com coração na mão, então, dessa vez, vamos sofrer bem menos”.
Por falar em Chad Mendes, o norte-americano substituiu José Aldo no UFC 189 devido à lesão na costela. Com menos de 15 dias para se preparar, o atleta da Alpha Male dominou Conor McGregor no primeiro e na maior parte do segundo round, mas, aparentemente, sofreu com a pouca preparação e sucumbiu diante do irlandês. Para o campeão, o desenrolar do combate não o surpreendeu.
“Eu sabia que o Chad ia levar vantagem enquanto tivesse bem. Mas ele aceitou a luta faltando duas semanas, então era muito difícil ele segurar a luta até o final. Ele tinha uns tiros curtos, e deu. Em todos os tiros ele levou vantagem. Quando ele caiu, caiu de cansaço, não foi de punch, tanto que ele caiu e levantou logo”, explicou.
Algoz de Renan Barão, o campeão peso-galo do UFC, T.J. Dillashaw, não de hoje, vem desafiando José Aldo para uma possível superluta. O “rei dos penas” confessou que vê com bons olhos o possível encontro, mas deixa claro que, hoje, as chances disso acontecer são mínimas.
“Na hora que ele quisesse (lutar). Falar é mole, falar até papagaio fala. Quero ver quando estiver frente a frente. Se colocasse, com certeza eu lutaria amarradão. Seria ótimo. Mas é uma coisa muito distante ainda. Ele já tem que pensar em pessoas que vão surgir na categoria dele e eu já tenho o meu próximo passo, que é o Conor”.