14/07/2024

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Vamos conferir mais um giro em três grandes jogos do brasileirão; confira

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Do ZigZaGg do Esporte.

Campeonato brasileiro-Série A.

Rogério Ceni perde pênalti e São Paulo e Corinthians empatam.

Djalma Vassão/Gazeta Press

Rogério Ceni perdeu um pênalti nos acréscimos, e o clássico terminou sem gols no Morumbi
Rogério Ceni perdeu um pênalti nos acréscimos, e o clássico terminou sem gols no Morumbi

Nas entrevistas pré-jogo, Tite falava em melhor entrosamento da defesa. Muricy Ramalho, por sua vez, na cobrança para o seu time marcar mais. Os discursos já desenhavam nas entrelinhas o que aconteceria no clássico entre São Paulo e Corinthians neste domingo: mais um 0 a 0, o terceiro entre os clubes no ano.

Poderia ter sido diferente. Praticamente nos acréscimos do segundo tempo, Diego Macedo fez pênalti em Reinaldo. No último clássico de sua carreira, o goleiro Rogério Ceni se apresentou para a cobrança e bateu para a defesa de Cássio.

A equipe tricolor entrou em campo disposta a quebrar a sequência negativa diante do rival e, com isso, ultrapassá-lo na tabela, passando a crise para o outro lado. Para isso, bastaria uma vitória para se igualar em número de pontos e superá-lo nos critérios de desempate. Mesmo com Paulo Henrique Ganso e Wellington, lesionados, e Antônio Carlos, suspenso, os donos da casa largaram melhor, pressionaram, mas sentiram falta de uma referência na frente.

O artilheiro Luis Fabiano, que estava entre os relacionados, foi vetado pelo departamento médico são-paulino. Ele sofre com uma contratura muscular na perna esquerda.

Sem o seu centroavante, o time comandado por Muricy não conseguiu pôr fim à marca de seis anos sem vencer os alvinegros no Morumbi. A última vez que isso aconteceu foi em 11 de fevereiro de 2007. A equipe não ganhou nenhum clássico no ano, também.

O Corinthians, que no último confronto entre as equipes ‘derrubou’ Ney Franco, acumulou mais um empate no campeonato. Em 27 jogos, foram 13 até aqui – oito deles sem gols.

Com a zona de rebaixamento cada vez mais próxima, o técnico Tite fechou pela primeira vez nos últimos dois anos o treino do time para a imprensa. Além de Alexandre Pato, servindo a seleção brasileira, ele não contou neste fim de semana com Paolo Guerrero, Renato Augusto e Guilherme Andrade, com problemas físicos.

Gazeta Press

São Paulo perdeu outro pênalti no fim e empatou com o Corinthians neste domingo
São Paulo e Corinthians ficaram no empate neste domingo

Antes da partida, a diretoria corintiana protagonizou uma polêmica ao levar a taça do Paulista de 1977 para o Morumbi, no aniversário de 36 anos do título, e entrar em atrito com os tricolores, que encararam o gesto como uma provocação. Em entrevista, o vice-presidente do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, respondeu. “Se soubesse que ia ter exposição de taça, traria uma carreta para desfilar as nossas”.

Dentro de campo, o São Paulo contou com o retorno de seu capitão Rogério Ceni, disputando o seu último clássico, e começou melhor. Aos sete minutos, Jadson recebeu pelo meio, abriu a marcação e chutou com perigo para Cássio. Os donos da casa dominavam até que Emerson Sheik despencou na área em disputa com Rodrigo Caio e pediu pênalti aos 18. A arbitragem ignorou. Maicon e Aloísio ainda ameaçaram antes de Romarinho arrancar sozinho e chutou para a defesa de Rogério.

Na volta dos vestiários, o ritmo no gramado caiu e as chances diminuíram. A melhor delas foi parar nos pés de Sheik, que saiu na cara do gol e chutou para fora. Paulo André também levou perigo em cabeceio. No fim, Diego Macedo derrubou Reinaldo na área e Rogério Ceni partiu para a cobrança. Ele chutou rasteiro, no lado esquerdo, e Cássio voou para a defesa.

Uma confusão generalizada foi registrada na torcida tricolor no intervalo, com duas bombas estourando, e a política teve de entrar em ação.

Ao todo, compareceram ao Morumbi 50.282 torcedores, no maior público dos clássicos paulistas na competição. A melhor marca até aqui havia sido registrada no confronto entre os times no Pacaembu, com 33.336 mil presentes.

Com o resultado, o São Paulo se mantém fora da zona de rebaixamento, no 15º lugar, com 34 pontos. O Corinthians tem dois a mais, na 11ª posição.

Na próxima rodada, a equipe alvinegra viaja até Porto Alegre para visitar o Grêmio na quarta-feira. O time tricolor segue em casa e enfrenta o lanterninha Náutico no mesmo dia.

 

Fernandinho marca golaço, Atlético-MG vence e impõe 2ª derrota seguida do Cruzeiro.

GazetaPress

Fernandinho marcou o gol da vitória do Atlético-MG aos 40 do segundo tempo
Fernandinho marcou o gol da vitória do Atlético-MG aos 40 do segundo tempo

Na campanha do título da Libertadores, muitas vitórias do Atlético-MG ficaram marcadas por gols no fim do jogo. E parece que essa façanha não parou na competição continental. Afinal, o gol que garantiu a vitória por 1 a 0 no clássico mineiro contra o Cruzeiro, no Independência, neste domingo, foi marcado só aos 40 minutos do segundo tempo. E que golaço.

Quando o jogo era pressão dos donos da casa contra a “retranca” cruzeirense, aos 40 da etapa final, Fernandinho recebeu pelo lado direito do campo (ele normalmente atua na esquerda), deu belo drible em Bruno Rodrigo, e, de fora da área, chutou forte no ângulo do goleiro Giovanni, substituto de Victor, que está na seleção brasileira.

Nos outros quatro duelos entre os mineiros no ano, melhor para o Cruzeiro, que venceu três vezes. Porém, a única derrota até este domingo veio no Campeonato Mineiro, o que culminou no título do estadual para o Atlético-MG.

A derrota é a segunda consecutiva do Cruzeiro no Brasileiro, o que não havia acontecido até agora com a equipe celeste (na quarta-feira, levou 2 a 0 do São Paulo). Porém, o time do técnico Marcelo Oliveira ainda sobra na liderança, com 59 pontos, mas vê a diferença para o Grêmio, vice com 49, diminuir em um ponto. Já o Atlético-MG é o quinto colocado, com 42 pontos.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o líder Cruzeiro encara o Fluminense, na próxima quarta-feira. O duelo contra o atual campeão do torneio acontece no Mineirão. Já o Atlético-MG viaja para enfrentar, no mesmo dia, o seu xará, o Atlético-PR, no Durival de Britto.

O jogo

Atuando no Horto, com maioria absoluta na torcida, o Atlético-MG começou o clássico pressionando mais o Cruzeiro, que encontrou dificuldade para trocar passes, característica marcante do time celeste, que costuma envolver os adversários dessa forma. A velocidade de Luan, Tardelli e Fernandinho deu muito trabalho para a defesa cruzeirense.

A primeira chance real de gol surgiu em uma triangulação rápida, que terminou com chute cruzado de Fernandinho, obrigando Fábio a fazer grande defesa. A pressão alvinegra obrigou o técnico Marcelo Oliveira a recuar a dupla de volantes para exercer a função de um terceiro zagueiro, com o claro objetivo de anular a jogada forte do time alvinegro. Nilton e Lucas Silva se revezaram na função.

No duelo tático, o Atlético-MG dominou a posse de bola, e tomou a iniciativa do jogo, com isso, o Cruzeiro recuou as linhas de marcação e passou a apostar nos contra-ataques ou cadenciando o jogo para irritar os atleticanos. Enquanto o time alvinegro usou muito as laterais do campo, a equipe celeste preferiu apostar nas jogadas pelo meio, com Everton Ribeiro e Ricardo Goulart.

Neste cenário, o Atlético-MG estava levando a melhor, o que deixou o treinador celeste bastante irritado, cobrando o acerto no posicionamento dos comandados. No duelo pessoal, Fernandinho se saiu bem em cima do lateral Ceará, criando boas chances para os alvinegros pelo lado esquerdo do ataque do time alvinegro.

O jogo do Atlético-MG fluiu melhor pela faixa esquerda do campo. Aos 31, Tardelli ganhou com facilidade da marcação e cruzou com perfeição para área, Alecsandro chegou um pouco atrasado, em um mais um bom momento dos atleticanos. Com as principais peças de criação bem marcadas, o Cruzeiro praticamente não atacou na primeira etapa.

Na volta para a etapa complementar, o Cruzeiro procurou mostrar que o segundo tempo seria diferente. Com menos de um minuto, a equipe celeste quase marcou com Ricardo Goulart, que fez jogada individual e finalizou para ótima defesa de Giovanni. A resposta veio na sequência com cabeçada de Luan, que assustou Fábio.

Mais bem posicionado em campo, o Cruzeiro conseguiu diminuir os espaços do time alvinegro, equilibrando a partida, que mostrava os atleticanos com as rédeas do jogo. Apesar do equilíbrio de forças, o Atlético-MG seguiu com as melhores chances de marcar. A torcida, então, passou a apoiar a equipe nas cadeiras do Independência.

Aos 17, após uma disputa de bola, o rebote sobrou para Fernandinho, que na hora da finalização foi travado por Léo, que evitou o gol alvinegro. Aos poucos, o time do técnico Cuca foi encontrando a maneira ideal de furar o bloqueio celeste, e o Atlético-MG voltou a ser melhor no jogo, preocupando Marcelo Oliveira.

O time alvinegro continuou até o fim do jogo com mais volume ofensivo e quase marcou aos 35, com Luan, que recebeu assistência de Fernandinho e bateu a queima roupa, mas Fábio operou milagre para salvar a equipe celeste. Dois minutos depois, o goleiro celeste voltou a brilhar espalmando falta cobrada por Tardelli. A insistência do clube alvinegro foi premiada aos 40, com uma bela jogada individual de Fernandinho, que acertou o ângulo de Fábio enlouquecendo a torcida no Horto.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 1 X 0 CRUZEIRO

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 13 de outubro de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Asp. Fifa/SP)
Assistentes: Janette Mara Arcanjo (Fifa/MG) e Pablo Almeida da Costa (CBF/MG)
Cartões amarelos:(Atlético-MG) Pierre, Leonardo Silva, Neto Berola (Cruzeiro) Lucas Silva
Gol: Atlético-MG: Fernandinho, aos 40 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-MG: Giovanni; Marcos Rocha, Emerson, Leonardo Silva e Júnior César; Pierre, Josué (Leandro Donizete), Tardelli e Luan (Carlos César); Fernandinho e Alecsandro (Neto Berola)
Técnico:Cuca

CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Léo, Bruno Rodrigo e Egídio; Nilton, Lucas Silva (Henrique), Everton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian (Dagoberto) e Borges (Allison)
Técnico:Marcelo Oliveira

 

Internacional goleia Náutico e volta a mirar vaga no G-4.

Gazeta Press

Autor do primeiro gol, o meia D'Alessandro foi o destaque do Inter na partida com o Náutico
Autor do primeiro gol, o meia D’Alessandro foi o destaque do Inter na vitória contra o Náutico

Na tarde deste domingo, o Internacional se recuperou da derrota para o Flamengo na partida anterior e, no estádio Centenário, em Caxias do Sul, derrotou o Náutico por 4 a 1, em confronto válido pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. D’Alessandro, Otávio, Willians e Kléber marcaram para a equipe gaúcha. Tiago Real anotou para os visitantes.

Com a vitória, o time do técnico Clemer chega aos 40 pontos, na 7ª posição e fica a cinco do Atlético-PR – primeiro time do G-4. Já o Náutico se mantém na última posição da competição, com apenas 17 pontos.

Na próxima quarta-feira, o Internacional enfrenta o Santos, na Vila Belmiro, às 19h30. No mesmo dia, o Náutico encara o São Paulo, no Morumbi, às 21h.

O Inter abriu o placar com D´Alessandro, aos 16 minutos. O argentino recebeu a bola na ponta esquerda e, ao invés de cruzar, chutou no ângulo direito, sem chances para Ricardo Berna. O Náutico empatou aos 26. Tiago Real driblou o defensor colorado e finalizou forte, sem chances para Muriel.

No fim da primeira etapa, Otávio colocou de novo os donos da casa em vantagem. O meia acertou belo chute, de fora da área e marcou o segundo para o Inter. Já aos 24 segundo tempo, Willians aproveitou bobeira da zaga adversária, roubou a bola e anotou o terceiro para a equipe gaúcha.

O quarto gol aconteceu aos 36 da etapa complementar. Gabriel cruzou rasteiro, Leandro Damião furou e a bola sobrou para Kléber, com tranquilidade, mandar para o fundo do gol.

O jogo

Apesar do gol sofrido e um lance de perigo do Náutico, o primeiro tempo foi todo do Internacional. A equipe colorada teve 60% de posse de bola e, comandados pela boa atuação do argentino D’ Alessandro, criou as melhores oportunidades de gol.

O primeiro lance de perigo da partida foi para o Náutico aos 12 minutos. Em cruzamento, o zagueiro Jackson tentou tirar e cabeceou na própria trave. No rebote, a bola sobrou para João Filipe, que chutou por cima do gol.

O time gaúcho deu a resposta em seguida. Ricardo Berna saiu mal do gol, a bola sobrou para Scocco que finalizou, mas Maranhã afastou o perigo.

Dois minutos depois, o Inter abriu o placar com um golaço de D´Alessandro. O argentino recebeu na ponta direita e, ao invés de cruzar, acertou um belo chute no ângulo direito de Ricardo Berna.

Os visitantes igualaram o marcador aos 26 minutos. Tiago Real driblou o Kléber e chutou forte sem chances para Muriel. O Náutico se animou e quase virou a partida no minuto seguinte. Maikon Leite recebeu na entrada da área, finalizou de pé esquerdo e o goleiro do time gaúcho espalmou para escanteio.

O Internacional se recuperou psicologicamente do gol sofrido e voltou a ser superior na partida. Com 60% de posse de bola, o time do técnico Clémer quase marcou o segundo aos 39. D´Alessandro fez boa jogada e cruzou rasteiro na área. Gabriel chutou, a bola passou por Ricardo Berna mas João Filipe tirou em cima da linha.

Pressionando o adversário, o segundo tento colorado não demorou para sair. E, de novo, foi um golaço. Aos 45, o meia Otávio acertou belo chute de fora da área no ângulo esquerdo do goleiro da equipe do Nordeste. A bola ainda bateu na trave e entrou.

Para a etapa complementar, Clemer colocou Fabrício no lugar de Scocco, enquanto Marcelo Martelotte não fez mudanças na sua equipe.

O segundo tempo começou parecido com o anterior. Com mais posse de bole, o Inter quase ampliou com chute de Fabrício, aos 5 minutos. Para complicar ainda mais a situação do time timbu, Maranhão foi expulso aos 13, após empurrar Airton.

O confronto seguiu morno até os 24 minutos. Willians aproveitou falha defensiva de Morales, roubou a bola e chutou rasteiro da entrada da área para fazer o terceiro do Internacional.

O clube colorado marcou o quarto gol com Kléber aos 36 minutos. Gabriel lançou rasteiro na área, Leandro Damião, na marca do pênalti, furou e a bola sobrou para o lateral esquerdo dominar e bater com tranquilidade para o fundo do gol.

A partir de então, o Inter diminuiu o ritmo e controlou a partida o árbitro apitar o fim da partida.

 

Fonte: espn.com.br

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