27/02/2024

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Bahia tem pior média de gols da história do Baianão

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DoZigzagdoesporte por jornal Atarde.

lado a equipe marcou gols em todas as partidas, por outro sofre com um ataque pouco efetivo, e não venceu um jogo sequer por mais de um gol de diferença.

Em 83 anos de história, o Bahia nunca terminou um Baianão sem ganhar uma partida por dois ou mais gols de diferença. Além disso, a média atual, de 1,33 gol por jogo (oito tentos em seis partidas), se for mantida até o fim se tornará a pior do clube na história do estadual.

O Tricolor só chegou perto disso nos anos de 74, quando marcou 36 gols em 26 jogos (média de 1,38), e 75, com 34 gols em 25 jogos (média de 1,36).

“Em 75, com Zezé Moreira como técnico, se dizia que vencer de 1 a 0 era goleada”, lembra o historiador Galdino Silva.

A filosofia tem surtido efeito em 2014. O Bahia tem quase o mesmo número de pontos que o time de melhor ataque da competição: o Vitória da Conquista. São 11 do Tricolor contra 12 do Bode.O Conquista mar-cou até agora 16 gols, o dobro de tentos do Bahia. Em com-pensação, o Bode está em segundo no Grupo 2, enquanto o Tricolor lidera o Grupo 3.

Atenção da defesa

Nas seis partidas pelo Baianão, o Tricolor chegou a marcar dois gols diante de Galícia e Jacuipense. Nesses duelos, o Esquadrão só não saiu com vantagem mais confortável porque tomou um gol do adversário.

E é justamente a falta de aten-ção na defesa que o atacante Rhayner, um dos artilheiros da equipe no ano, com três gols, aponta como o motivo para os triunfos magros.

“Pode ser um êxito da gente ter marcado em todas as partidas, mas infelizmente ter sofrido na maioria delas atrapalha”, diz o atacante. “A gente sabe que tem a oportunidade de marcar mais gols, mas também não estamos fazendo certo na defesa”, completa ele.

No Baianão, chama a atenção também a distribuição de gols entre os jogadores do Bahia. Os oito tentos marcados até agora foram feitos por oito jogadores diferentes, de atacantes a defensores: Titi, Galhardo, Fahel, Branquinho, Wangler, Anderson Talisca e Rhayner.

O atacante acredita que esse é o segredo para marcar mais vezes. “Um meia, um atacante, até um zagueiro mesmo, tem que finalizar com mais confiança para esses gols saírem”, diz.

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