18/04/2024

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Com as duas mais ‘baixinhas’ do Mundial, Brasil estreia contra gigantes tchecas; confira.

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Do Zigzagdoesporte.com.br por ESPN.com.br.

DIVULGAÇÃO/FIBA

Adrianinha durante vitória do Brasil sobre Porto Rico
Adrianinha, armadora de 1,65 m da seleção brasileira

Para conseguir uma vitória na sua estreia no Mundial feminino de basquete da Turquia, contra a República Tcheca, neste sábado, às 15h15, com transmissão da ESPN, a seleção brasileira terá que provar que na modalidade “tamanho não é documento”.

Com média de altura de 1,80 m, só é menor do que Japão, Moçambique e Cuba, o Brasil enfrentará a segunda seleção mais alta: as tchecas têm, na média, 1,86 m.

Mais desigual será o trabalho das armadoras brasileiras. O time do técnico Zanon conta com a jogadora mais baixa entre as 192 inscritas no torneio. Debora Costa tem apenas 1,64 m. A titular da posição, a veterana Adrianinha, tem só um centímetro a mais, e divide com uma australiana e uma japonesa o posto de segunda ‘maior tampinha’ do Mundial.

Além de tamanho, o Brasil, que no Mundial passado não consegui chegar entre os oito primeiros, terá que desafiar a falta de experiência da equipe.

A média de idade de 25 anos é a terceira menor da competição. A seleção tem apenas três jogadoras que já disputaram um Mundial: Adrianinha, a pivô Erika e a ala Damiris.

Além da República Tcheca, o Brasil enfrenta Espanha e Japão. As três melhores da chave avançam para a próxima fase.

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