18/08/2022

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Por Carlos Fiúza de Salvador para o Zigzagdoesporte.com.br

“Já sofri diversas ameaças na minha vida profissional e estou ainda mais engajado para resgatar a confiança e o apoio do verdadeiro torcedor”.

A situação do CSA no Campeonto Brasileiro Série B não é nada boa, mas alguns “torcedores” passaram do limite. O presidente Omar Coêlho teve o muro de sua casa pichado não só com críticas, mas também com ameaça de morte.

“Eu lamento o que foi feito e já estou tomando as devidas providências junto ao meu advogado. Antes de mais nada, quero deixar claro que estou aberto ao diálogo, como já estive em outros momentos e recebemos torcedores no CT, mas enquanto houver xingamento e ameaça eu não dialogo com ninguém”, cravou em entrevista ao Globo Esporte.

 

 

 

NÃO VAI RENUNCIAR

O dirigente revelou que até familiares pediram sua renúncia, por segurança, mas ele descartou a possibilidade. “Digo que tudo isso que está acontecendo não vai me intimidar. Alguns familiares chegaram a me pedir para renunciar, mas isso não vai acontecer. Já sofri diversas ameaças na minha vida profissional e estou ainda mais engajado para resgatar a confiança e o apoio do verdadeiro torcedor azulino”, explicou.

CONVERSA COM ELENCO

Omar e o diretor de futebol, Raimundo Tavares, já conversaram com o elenco em busca de uma reação. “Eu e o Raimundo tivemos uma conversa muito franca, muito produtiva, com os jogadores e a comissão técnica. Estamos trabalhando duramente para fazer um grande jogo já contra o Bahia e, se Deus quiser, vamos trazer uma vitória para Maceió para que a paz volte a reinar dentro do CSA”, projetou.

Após perder para o Ituano, por 3 a 1, o CSA segue com 20 pontos, abrindo a zona de rebaixamento, em 17º lugar. O time volta a campo no sábado, às 16h30, quando visita o terceiro colocado Bahia, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA).

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