19/04/2024

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Esse é um domingo diferente na Arena Fonte Nova, domingo em três cores

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Do ZigZag do Esporte.

Por Carlos Muniz Fiúza.

 

Hoje é dia 20 de outubro de 2013 e certamente será um domingo marcado nas lembranças de duas nações tricoloridas. O Esporte Clube Bahia e suas tradições vai receber o não menos tradicional São Paulo Futebol Clube, acostumados a realizarem partidas de alto nível técnico, tenho duvidas em relação ao nível técnico desta vez.

Estará em disputa uma vaga, vaga esta que pode significar tranquilidade ou tormento, pois o derrotado no clássico das duas maiores Nações tricolores do pais deverá viver momen

Carlos Muniz

tos terríveis de preocupação, pressão e incertezas. Uma vitória do tricolor paulista pode afundar o Bahia em crise profunda com a aproximação da zona de rebaixamento.

Nesse momento o Bahia vem em queda livre com sinais de fraqueza, enquanto o São Paulo vem cumprindo as metas traçadas pelo seu comandante, Muricy Ramalho. Vejo no Bahia um problema enorme, a insistência do treinador do tricolor baiano em “poupar” jogadores, mudanças absurdas na formação da equipe e alterações descabidas durante as partidas.

Sou defensor de que treinador nenhum dirige sozinho uma equipe de futebol, creio que no caso do Bahia que hoje conta quatro ou cinco pessoas a frente do futebol do clube, deveriam participar mais ativamente na formação dos grupos jogo a jogo. Por falar nisso, preciso lembrar do recém-nomeado Osni Lopes, confesso não sei bem para que ele foi contratado, mais lá na frente falarei sobre isso.

Alguém do comando do futebol do Bahia precisa sentar ao final dos preparativos dos jogos com o treinador e tomar ciência de quem está relacionado? Por que foi relacionado? Qual a intenção do treinador em relacionar jogador A, B ou C? O treinador do Bahia tem errado e muito, fala que não tem elenco numeroso, qualidade técnica mediana, palavras dele, o treinador.

Pois bem, volto a dizer que se faz necessária a participação do departamento de futebol, participação mais eficaz, não que venha a escalar o time, mas que participe, questione, faça sugestões. Vejo nesse grande clássico entre tricolores um divisor de águas para ambos e certamente será uma partida daquelas que testam os cardíacos.

Gostaria de voltar a falar na contratação do ex-jogador Osni Lopes, insisto não sei para que? E penso se o clube tem a intenção de homenagear e premiar ex-jogadores com serviços prestados ao clube nomeá-los é a opção menos profissional possível. Se a direção do Bahia pretende cuidar dos seus ex-jogadores me coloco à disposição do corpo diretivo do clube com um projeto fantástico para tal.

Para encerrar, peço aos dirigentes do Bahia que sejam menos amadores, exceto o Sr. Reub Celestino, colocado no lugar certo e competência indiscutível, porém de resto a direção do tricolor baiano precisa urgente de “profissionais” em suas cadeiras, não basta ser tricolor e amar o Bahia precisa ter competência.

 

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