Ricaço do badminton fica ‘só’ com a prata de novo e segue com sina de não ser campeão
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Antônio Strini e Igor Resende, do Rio de Janeiro (RJ), para o ESPN.com.br

Lee Chong Wei pode não ser muito famoso por aqui, mas é um verdadeiro astro do badminton, líder do ranking mundial há anos e o cara que mais fez dinheiro na história da modalidade. Só que ele também vive uma sina: mesmo com tamanha importância, jamais conseguiu um título importante na carreira.
E no Rio 2016 não foi diferente.
Desta vez, o malaio até passou pelo seu maior rival na semi. Na final, porém, acabou caindo mais uma vez. Neste sábado, ele foi batido pelo chinês Shen Long por 2 sets a 0 (duplo 21-18) e ficou de novo com a prata.
Foi nada menos que o terceiro vice olímpico de Wei. Ele também tem três pratas em mundiais, além de um bronze. Nunca, porém, com seguiu conquistar qualquer uma das duas competições.
E olha que ele chegou a liderar o ranking mundial por 199 semanas entre 2008 e 2012, justamente o período olímpico. E ainda chegou ao Rio de novo na primeira posição.
Para se ter uma ideia do tamanho de Wei, ele é nada menos que o 10º esportista mais rico de toda a Olimpíada, com uma fortuna estimada em US$ 45 milhões.
Mas o dinheiro e a fama não ganham ouro. Definitivamente.
A derrota dele deixou a Malásia ainda sem ouros na história da Olimpíada. Já a China fecha o badminton como o melhor país na modalidade, com dois ouros – o outro foi na duplas masculinas, também sobre a Malásia – e um bronze.