22/05/2024

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Peter põe panos quentes em rixa com Unimed, assume saída de Renato e promete técnico em dois dias

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Por Pedro Henrique Torre, do Rio de Janeiro (RJ), para o ESPN.com.br.

Fluminense F.C.

Peter Siemsen, presidente do Fluminense, em entrevista coletiva nas Laranjeiras
Peter Siemsen, presidente do Fluminense, em entrevista coletiva nas Laranjeiras

Demissão de técnico e panos quentes na rixa entre Fluminense e Unimed. Este foi o tom da coletiva de imprensa do presidente Peter Siemsen, na manhã desta quarta-feira, nas Laranjeiras. Acompanhado do vice-presidente de futebol do clube, Ricardo Tenório, Peter chegou à sala da presidência tentando explicar a demissão precoce de Renato Gaúcho, anunciada horas antes.

O mandatário tricolor garantiu que houve uma conversa com Celso Barros, presidente da Unimed, na noite de terça-feira para definir a saída de Renato Gaúcho. Responsável pela contratação do técnico em janeiro, Barros era a favor da manutenção. Peter, no entanto, era reticente desde o início e decidiu que era hora de dispensar o técnico. Agora, o novo técnico tricolor terá de ser bancado integralmente pelo clube, sem ajuda da cooperativa de saúde.

“O patrocinador deixou claro que era um ano de poucos investimentos. Ele (Celso Barros) deu entrevista e nós entendemos o recado. Estive com ele ontem e a decisão foi tomada após a conversa com ele ontem. Assumo a responsabilidade. Ele tem a opinião dele, respeito, mas entendemos que havia chegado o momento. Nessa linha do patrocinador é o Fluminense que vai custear esse novo treinador. O FLuminense vai trabalhar no melhor custo-benefício e tem condições de ter um treinador em grande nível”, afirmou Peter Siemsen.

O presidente, no entanto, não negou que há diferenças de opinião na parceria que ocorre desde 1999. Mas ainda assim buscou um discurso mais conciliador.

“Queria dizer que não há nehuma brigar com patrocinador. Divergências existem, mas não criam brigas, discussões. Ninguém levantou voz, nada disso. São conversas naturais e saudáveis que encontramos em casa, no clube, na família. Normal”, afirmou o presidente.

O momento da saída de Renato, três dias após a eliminação para o Vasco no Campeonato Carioca, foi estudado para aproveitar o período quase livre que o Tricolor terá até a estreia no Brasileiro deste ano, em 19 de abril. Nem mesmo o confronto decisivo contra o Horizonte, na próxima semana, pela Copa do Brasil, foi capaz de manter o técnico.

“Não vou entrar em detalhes (sobre a saída). Renato é um cara espetacular, ídolo do clube. Dói uma decisão dessas. Nós entendemos que valia a pena a mudança o momento, já que a gente tem um bom período de treinamento até o primeiro jogo do Brasileiro.

Por enquanto, o auxiliar técnico Marcão continua no comando da equipe. De acordo com a diretoria tricolor, o novo técnico deve ser anunciado em até dois dias. Ney Franco, atualmente no Vitória, é um dos cotados.

 

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