20/07/2024

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Atlético de Madri bate Leverkusen nos pênaltis, supera má fase e vai às quartas; confira os detalhes do confronto.

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Do Zigzagdoesporte por ESPN.com.br.

eve muito sacrifício, suor e tensão, mas o atual vice-campeão da Uefa Champions League passou às quartas de final desta edição do torneio
eve muito sacrifício, suor e tensão, mas o atual vice-campeão da Uefa Champions League passou às quartas de final desta edição do torneio

Teve muito sacrifício, suor e tensão, mas o atual vice-campeão da Uefa Champions League passou às quartas de final desta edição do torneio. Nos pênaltis, o Atlético de Madri superou o Bayer Leverkusen por 3 a 2 e conseguiu a classificação para a festa de sua torcida no estádio Vicente Calderón, em Madri, nesta terça-feira.

Os espanhóis devolveram a derrota de 1 a 0 que sofreram na ida, na Alemanha, com um gol de Mario Suárez, que viu seu chute desviar no meio do caminho, aos 27 minutos do primeiro tempo. Na sequência do tempo normal e na prorrogação, a equipe da casa até pressionou mais, mas não conseguiu fazer o suficiente para evitar as penalidades.

A classificação ainda eleva o moral dos comandados de Diego Simeone que, além do revés no duelo de ida, vinham de três empates no Campeonato Espanhol, que afastaram a equipe da liderança – são nove pontos de diferença para o Barcelona. Além disso, os madrilenhos avançam pela primeira vez em uma disputa de pênaltis em competições europeias. Até então, eram três eliminações.

Pelo Atlético, nas penalidades, Raúl Garcia mandou por cima; Griezmann marcou; Mario Suárez marcou; Koke parou em defesa de Leno; e Torres marcou. Já do lado dos alemães, Calhanoglu chutou no meio, e Oblak defendeu; Rolfes marcou; Toprak isolou; Castro marcou; e Kiessling mandou para fora, na cobrança que selou a classificação espanhola.

Apesar da classificação, o time da casa lamentou a perda de seu goleiro titular. Afinal, Moyá sofreu lesão muscular e precisou ser substituído por Oblak logo aos 23 minutos da primeira etapa.

Agora, o Atlético de Madri voltará a campo no sábado, quando receberá o Getafe, às 12h (de Brasília), pelo Campeonato Espanhol. No mesmo dia, o Bayer Leverkusen visitará o Schalke 04 na Veltins Arena, às 14h30, pelo Alemão.

Na Champions, os colchoneros conhecerão seu adversário na próxima fase no sorteio que será realizado na sexta-feira, às 8h (de Brasília), com transmissão dos canais ESPN.

Getty

Jogadores do Atlético de Madri comemoram ao vencerem nas penalidades
Jogadores do Atlético de Madri comemoram ao vencerem nas penalidades

O jogo

O Atlético tentou aproveitar o embalo de sua fanática torcida para pressionar o Leverkusen, mas os alemães conseguiam segurar bem a vantagem conquistada e ainda criaram as melhores chances nos primeiros minutos, apesar de não terem acertado o alvo.

Mesmo neste cenário, os mandantes conseguiriam abrir o placar aos 27 minutos em um lance de sorte e em seu primeiro chute no jogo. Após levantamento na área e um bate-rebate, a bola sobrou para Mario Suárez, que finalizou de fora da área. Toprak desviou de forma desnecessária, enganou Leno, e a bola foi parar no fundo da rede.

O gol animou a equipe espanhola, que passou a dominar territorialmente e quase marcou o segundo, novamente em chute desviado de Mario Suárez. A bola saiu à esquerda do alvo. Somente nos minutos finais que o Leverkusen conseguiu ficar mais com a bola e equilibrar o confronto.

No entanto, na volta para a etapa final, os colchoneros voltaram a pressionar, principalmente com bolas levantadas na área. De qualquer forma, a meta alemã era pouco ameaçada, já que o time da casa não finalizava muito. Muito por mérito do bom trabalho defensivo dos visitantes.

Por outro lado, o talentoso trio de meias do Leverkusen formado por Bellarabi, Calhanoglu e Son era bem marcado pelo adversário e tiveram atuação ruim. O atacante Drmic ficou sumido, tanto que acabou substituído por Kiessling aos 24 minutos. Aos 32, o técnico Roger Schmidt resolveu reforçar a marcação no meio de campo ao tirar Son e colocar o volante Rolfes. Assim, Castro teve maior liberdade para ir ao ataque.

O goleiro Leno só viria a fazer uma defesa aos 35, quando Griezmann ajeitou na área para Arda Turan chutar rasteiro. Na sequêcia, Spahic isolou pela linha de fundo. A pressão com pouca eficiência dos mandantes não alterou o placar, e assim o duelo foi para a prorrogação.

A segunda metade da final ainda foi marcada por muitas faltas. Não à toa, o árbitro Nicola Rizzoli mostrou cinco cartões amarelos nos últimos 25 minutos do segundo tempo. Jesús Gámez e Mario Suárez foram punidos pelos espanhóis, enquanto Toprak, Wendell e Calhanoglu, pelos alemães.

No tempo extra, os visitantes assustaram duas vezes logo nos primeiros minutos, mas o passe de Bellarabi na área e, depois, a finalização de Kiessling saíram fracos demais.

No início do segundo tempo, logo com um minuto, seria o Atlético que levaria perigo. Raúl García chutou forte de dentro da área e viu Leno fazer grande defesa. Aos cinco, Rolfes quase marcou em finalização de longa distância em que a bola passou perto do ângulo direito da meta de Oblak.

Os mandantes ainda assustaram aos dez minutos com um cabeceio de Torres que Leno defendeu. Porém, a cautela dos dois times em perder no fim da prorrogação falou mais alto, e a decisão foi para as penalidades.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO DE MADRI 1 (3) X (2) 0 BAYER LEVERKUSEN

Data: 17 de março, terça-feira, às 16h45 (de Brasília)
Local: Estádio Vicente Calderón, em Madri
Árbitro: Nicola Rizzoli (Itália), auxiliado pelos compatriotas Mauro Tonolini e Lorenzo Manganelli
Gol: Mário Suárez, aos 27 minutos do primeiro tempo
Pênaltis: Atlético: Griezmann, Mario Suárez e Torres converteram – Raul García e Koke erraram
Leverkusen: Rolfes e Castro converteram – Çalhanoglu, Toprak e Kiessling erraram
Cartões Amarelos: Giménez, Gaméz, Mario Suárez e Torres (Atlético de Madrid); Spahic, Toprak, Calhanoglu, Wendell, Kiessling e Papadopoulos (Leverkusen)

ATLÉTICO DE MADRI: Moyá (Oblak); Juanfran, Miranda, Giménez e Gámez; Mario Suárez, Cani (Raul García), Koke e Turan; Griezmann e Mandzukic (Torres)
Técnico: Diego Simeone

BAYER LEVERKUSEN: Leno; Hilbert, Toprak, Spahic e Wendell; Castro e Bender (Papadopoulos); Bellarabi, Calhanoglu e Son (Rolfes); Drmic (Kiessling)
Técnico: Roger Schmidt.

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