26/05/2024

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Carlos MunizDo ZigZag do Esporte.

(Por Carlos Muniz Fiúza)

Agrada-me ler e ouvir verdadeiros lideres, pessoas decisivas e determinantes nas vidas das pessoas, do mundo, de Instituições com atitudes tomadas que serão sempre lembradas positiva ou negativamente. Lembro-me que no inicio de setembro a diretoria do Vitória demitiu Caio Junior, após derrota para o Criciúma no dia 01/09 no Barradão e dois dias após anunciou Ney Franco.

Naquele momento o Vitória o não corria risco de queda aparente e ainda assim tomou uma decisão que mudaria o rumo da equipe na competição, me refiro a esse fato para poder voltar a falar de pessoas decisivas, em momentos decisivos e tomar posições pontuais. A diretoria acertou e foi decisiva e caso Ney Franco, o ala Juan e o ala Ayrton aqui chegassem umas cinco rodadas antes, o Vitória estaria sem duvida no G-4.

No Esporte Clube Bahia a historia foi diferente mais muito diferente mesmo. Sua nova diretoria que durante a campanha anunciava o acerto com três ou quatro “grandes” jogadores, jogadores esses que seriam anunciados após a posse dos eleitos. Pois é, eleitos foram, empossados foram e nada de novidades que me fizesse colocar brilho nos olhos, imaginando que realmente no Bahia as coisas mudaram.

Cansei de ouvir de parte imprensa, da torcida e da direção do Bahia que não seria correto demitir o treinador da equipe naquele momento, eis o momento para aparecer o líder, a pessoa que vai fazer a coisa mudar, mudar o rumo de uma decisão tão na cara, tão evidente e no Bahia com tantas novas cabeças não apareceu esse líder. Acredito que Cristóvão Borges deveria ser demitido desde a semana do Ba-Vi, pois entendo que se nada foi feito dentro elenco, algo teria que ser feito para sacudir esse mesmo elenco mediano e sem inspiração.

O tricolor baiano entrou na zona de rebaixamento nu momento que não creio que tenha forças, qualidade, nem preparo psicológico sair. Alguém tinha que lembrar que o Cristóvão Borges não passava de um auxiliar técnico com trabalho regular no Vasco, no mesmo Vasco que há dois anos quase levou a série B, não acontecendo, pois, foi demitido pela direção vascaína.

Mais curioso ainda é que o Bahia briga para não cair com o Vasco por muito tempo treinado por Cristóvão e seu amigo de sempre, Ricardo Gomes, hoje gerente de futebol do Vasco, além do Fluminense time que Cristóvão defendeu por muitos anos durante sua carreira de jogador. A vida nos coloca à prova o tempo todo e só os verdadeiros lideres, os preparados para grandes decisões serão capazes de mudar o rumo da história.

No Esporte Clube Vitória consigo ver em seu Presidente um líder capaz de acertar, enxergar e tomar decisões que mudem o rumo da história do clube, o mesmo não vejo, não percebo e não acredito que possa acontecer no tricolor baiano com o seu novo corpo diretivo. Imagine você que a oposição rubro-negra quer a cabeça do seu Presidente e no Bahia se prega a famigerada “paciência” de sempre, a paciência deve acompanhar os grandes lideres, as pessoas decisivas e não quem espera para ver.

“Quem espera para ver, ver demais”, diz o adagio popular! Aproveito e deixo um trecho da letra da musica de Kleiton e KledIr, “Vira Virou” para que sirva de reflexão para os torcedores baianos: …“Ai se alguém segura o leme dessa nave incandescente… que era viajante lenta tão faminta de alegria”…

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