19/04/2024

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Primeira final reflete temporada oscilante da Ponte Preta em 2013

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Macaca, mascote da Ponte Preta, na decisão contra o Lanús.

Do ZigZag do Esporte/Copa Sul-Americana 2013.

O roteiro não saiu como o esperado pela torcida da Ponte Preta. Os quase 29 mil torcedores que compareceram ao Pacaembu voltam para casa com mistura de sentimentos após o empate em 1 a 1: a decepção pelo tropeço como mandante na final da Copa Sul-Americana e a esperança pela reação demonstrada nos minutos finais para seguir vivo e tentar derrubar o Lanús na Argentina na próxima quarta-feira.

“Foi muito importante o gol, mas mais importante ainda foi a partida que a gente fez para reagir. Jogamos bem mesmo com o Lanús dificultando bastante para nosso time. Como espero dificultar para eles lá também. Meu gol foi bom para manter a esperança do torcedor e do grupo. Estamos vivos nessa final para buscar o título”, exaltou Fellipe Bastos, autor do único tento da equipe de Campinas.

O panorama da primeira decisão é semelhante a todo ano do time campineiro. Da ótima campanha na primeira fase do Campeonato Paulista à eliminação com goleada para o Corinthians nas quartas de final. Da conquista do Troféu do Interior à demissão de Guto Ferreira, hoje na Portuguesa. De finalista da Copa Sul-Americana à rebaixada no Campeonato Brasileiro.

“O jogo foi emocionante demais mesmo. Só o futebol reúne tanta gente com essa festa como a de hoje (quarta-feira). Eu corro todo dia pra manter o coração bom e não ter nenhum tipo de problema devido a esse sofrimento. Não quero sofrer mais uma vez, mas se tiver que sofrer que a gente consiga vencer e ultrapassar todos esses obstáculos para ficar com o título”, desabafou o técnico Jorginho.

Maior exemplo da temporada de oscilações da equipe paulista, a possível conquista da Sul-Americana empolga a todos no clube. Protagonista e melhor jogador da primeira final – recebeu prêmio da Conmebol – Fellipe Bastos espera que a sina alterar sentimentos bons e ruins continue e que a torcida possa festejar a primeira taça internacional em 113 anos de história pouco mais de uma semana após a queda para a Série B.

“A gente só pensa no título. Pensa em conquistar, em trazer essa felicidade para o torcedor. No Brasileirão as coisas não ocorreram da maneira que esperávamos, e por isso não pensamos no vice. Não passa pela nossa cabeça qualquer outra coisa a não ser o título. Temos que fecha o ano com chave de ouro. Não podemos perder a oportunidade de dar alegria aos torcedores e aos funcionários”, prometeu o meio campista.

Jorginho também não esconde a ansiedade pela finalíssima do dia 11 de novembro, em La Fortaleza. Com passagens pelo futebol japonês, Figueirense e Flamengo, o técnico reconhece que terá de encarar o principal compromisso da curta carreira à beira dos gramados: “É o jogo mais importante da minha vida como treinador e quero dar essa alegria à torcida que está há 113 anos esperando. Quero muito que isso aconteça”.

 

Fonte: ESPN.com.br com Agência Gazeta Press

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