21/02/2024

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Em busca de seu terceiro título no Brasil, Nadal volta a criticar bolas usadas pela ATP

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Por Tiago Leme, do Rio de Janeiro (RJ), para o ESPN.com.br.

Efe

O espanhol Rafael Nadal criticou as bolas usadas no Rio Open
O espanhol Rafael Nadal criticou as bolas usadas no Rio Open

O espanhol Rafael Nadal suou para passar da semifinal, quase foi eliminado, mas venceu o compatriota Pablo Andujar e agora vai em busca de seu terceiro título em três torneios disputados no Brasil. Neste sábado às 17h, o tenista número um do mundo faz a final do Rio Open contra o ucraniano Alexandr Dolgopolov (54º colocado do ranking da ATP), na quadra central do Jockey Club Brasileiro.

Depois do jogo duro contra Andujar na noite deste sábado, Nadal falou em cansaço, disse que não fez uma grande partida e, principalmente, fez críticas à bola utilizada no torneio. Ano passado, quando foi campeão do Brasil Open, em São Paulo, o “Touro Miúra” também tinha reclamado das bolas usadas no Brasil, mas ele isentou a organização do torneio e colocou a culpa na ATP.

“Passou um ano e a bola continua sendo a mesma. A bola é ruim, mas continuamos jogando com ela. É uma coisa que tem que mudar. Não podemos jogar mais com ela. Não faz sentido jogar em um circuito profissional com uma bola tão ruim, mas a a ATP segue permitindo essas bolas”, disparou Nadal.

Ano passado, em São Paulo, a bola utilizada era da marca Wilson. Desta vez, no Rio, é a Head quem fornece para a competição. Várias empresas têm bolas aprovadas pela ATP, mas cada torneio tem o direito de escolher qual será usada.

A crítica de Nadal às bolas é quase que uma coisa frequente há cerca de um ano e não acontece apenas no Brasil. Por outro lado, o líder do ranking já fez diversos elogios ao Rio Open e ao bom ambiente proporcionado pela torcida brasileira.

Nadal, hoje com 27 anos, agora tenta manter o aproveitamento de 100% nos campeonatos disputados no país. Em 2005, quando tinha apenas 18 anos, foi campeão do Brasil Open, na Costa do Sauípe, ao bater o também espanhol Alberto Martín na decisão. Ano passado, faturou o mesmo título, desta vez em São Paulo, ao vencer o argentino David Nalbandian.

Insatisfeito com a sua atuação na vitória difícil que teve contra Andujar, em duelo que precisou virar o placar para vencer no tie-break por 2 sets a 1, Nadal disse que precisa melhorar o seu desempenho para ser campeão.

“O Dolgopolov está muito bem, tem um estilo muito agressivo e está com as condições favoráveis ao estilo de jogo ele. É um rival muito complicado de se enfrentar em qualquer tipo de superfície, principalmente no saibro. Tenho que jogar melhor do que hoje (contra Andujar), sem dúvida, senão não vou poder ganhar”, disse Nadal.

Outras finais neste domingo
Antes do duelo entre Nadal e Dolgopolov, outras duas finais vão acontecer na quadra central do Rio Open. Às 11h30, a decisão da chave masculina de duplas terá presença brasiliera. Marcelo Melo joga ao lado do espanhol David Marrero contra os colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah, valendo o título.

Depois, às 14h, final feminina do torneio da WTA coloca frente a frente a tcheca Klara Zakopalova (cabeça de chave número um e 35ª colocada no ranking), que eliminou a brasileira Teliana Pereira na semifinal, e a japonesa Kurumi Nara (62ª).

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